As 5 Melhores VPN para o Brasil de 2020

Novembro de 2020

Está sem tempo?

Este é o melhor VPN de 2020:

CyberGhost – é extremamente rápido e seguro, excelente para streaming, funciona com torrent (P2P) e possui preço justo.

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O que é uma VPN? Uma VPN permite que você navegue pela web de maneira segura e anônima, sem ser rastreado. Você pode fazer downloads via torrent de maneira segura, desbloquear Netflix, evitar censura na China e utilizar redes públicas de Wi-Fi sem riscos. Uma VPN faz isso ao mascarar seu endereço de IP e criptografar sua conexão à internet. Em resumo, ao utilizar uma VPN, você estará seguro online.

Qual é o melhor provedor de VPN para proteger múltiplos dispositivos? O CyberGhost e o NordVPN são as melhores opções de maneira geral. Eles são rápidos, seguros, com preços justos e possuem milhões de usuários. O CyberGhost permite que você proteja até 7 dispositivos, já o NordVPN permite que você proteja até 6. Se você precisa proteger mais dispositivos, dê uma olhada no ZenMate ou Surfshark. Ambos permitem que você instale a VPN em um número ilimitado de gadgets. Finalmente, se você quer um software antivírus excelente juntamente com uma VPN, o Norton é a sua melhor aposta.

Por que não recomendamos o ExpressVPN? O ExpressVPN é ótimo. É rápido, seguro e com um design bonito. Mas francamente, é muito caro e apenas permite que você o instale em 3 dispositivos. O CyberGhost e o NordVPN são igualmente rápidos, seguros e bonitos. Porém, possuem um melhor preço e permitem que você proteja mais dispositivos.

Navegar nesta página: Melhores 5 VPN | Como testamos

Como testamos: Privacidade e Segurança

Em baixo, explicamos brevemente o porquê da privacidade ser o fator mais crucial no que toca a um VPN, como estávamos a ser monitorizados, e como o VPN mudou esta situação.

Se já está familiarizado com o que é um VPN e como este funciona, ignore até á parte “ Existe um VPN 100% seguro?”

É uma questão de privacidade:

Se é como a maior parte das pessoas, e a razão principal de ter um VPN é para proteger a sua privacidade. E tem razões mais do que suficientes para o fazer:

  • Os Fornecedores de Internet (ISP) estão a espiá-lo e a vender os seus dados.
  • As agências governamentais estão a conduzir uma vigilância em massa
  • Os hackers estão a roubar os seus dados nos Hotspots de WiFi e nas redes públicas
  • Os anunciantes estão a monitorizar e a vender a sua identidade e localização

No fim de contas, tudo se resume á privacidade. Portanto, quer que o seu VPN trate perfeitamente desta parte. Não há espaço para exceções ou exposições a perigos desnecessários.

Para entender como as VPN estão a fazer bem o seu trabalhos, ajuda perceber as noções básicas de como está a ser monitorizado e como é que um VPN para esta situação.

Como é que você é monitorizado?

Quando visita um site ou usa um serviço online, na verdade está se a conectar a uma rede que pertence a um ISP, que depois o conecta ao site ou ao serviço.

Isto acontece em casa, quando se conecta pelo seu próprio fornecedor de internet. Assim como no café ou noutros locais públicos, onde se pode conectar através do fornecedor de internet do café.

Se não estiver a usar um VPN, tudo o que faz online é facilmente analisado, guardado e vendido pelo fornecedor de internet que está a usar. Ou para qualquer hacker que seja capaz de se infiltrar no fluxo de dados, através de um ataque do tipo: Homem-no-meio.

Como é que um VPN muda esta situação?

Quando se conecta a um VPN, os seus dados são enviados através de um túnel encriptado. Muitas vezes referido como túnel VPN. Isto significa que os seus dados são encriptados quando estes passam pelo seu fornecedor de internet quando vão a caminho dos servidores VPN. O servidor VPN depois, conecta-o ao site ou ao serviço online que está a tentar usar.

Isto resolve uma série de problemas relacionados com a segurança e privacidade:

  • O fornecedor de internet apenas vê “rabiscos”. Pois os seus dados chegam a este encriptados, e não fazem ideia do que anda a fazer online. Não consegue ver quais os sites visitados, os serviços usados ou os dados que estão a ser transferidos.
  • O mesmo se aplica para qualquer hacker que seja capaz de se infiltrar no fluxo de data entre você e o site. O hacker também só consegue ver dados encriptados e um fluxo de dados não utilizável.
  • O site ou o serviço online que está a usar, identifica o VPN como o tráfico de origem. Não o identifica a si. Isto torna mais difícil a criação, por parte do site, de um perfil de consumidor, e de lhe enviar publicidade direcionada que o persegue em toda a internet.

O VPN é 100% Seguro?

É possível que seja, mas nem sempre este é o caso. Depende das políticas do fornecedor de VPN, da tecnologia que este usa, e da jurisdição incorporada. E estes elementos são exatamente aqueles que testamos.

Qual a parte do fornecedor de VPN que nós testamos?

Testamos 7 elementos diferentes no que toca ao teste de segurança e privacidade:

1. Política de Registo

O que testamos? 

Nós analisamos a política de registo de cada um dos fornecedores VPN e verificamos exatamente qual o tipo de dados que estes recolhem da pessoa. Quanto menos dados recolhidos, melhor a pontuação.

Então, o que é a política de registo e porque é que esta é importante?

Lembre-se do porquê de usar um VPN: Privacidade.

Bem, os registos (logs) são dados que os fornecedores VPN podem armazenar em relação a si e á sua atividade online. Alguns fornecedores VPN têm uma política de coletar quase nenhuns dados, e alguns coletam dados suficientes para traçar um perfil de utilizador. E isto, é exatamente aquilo que não queremos.

A variedade de registos que o fornecedor VPN pode armazenar inclui:

  1. Dados de Utilizador
    1. Dispositivo e navegador usado
    2. Origem do endereço de IP
    3. Informações relativas a pagamentos
  2. Dados de atividade do utilizador
    1. Largura da banda de dados
    2. Datas, tempos e durações de conexão
    3. Histórico de navegação
  3. Dados de performance do servidor

Como pode ver, na pior das situações, isto pode ser uma grande quantidade de dados que o fornecedor de internet armazena. Combinando, por exemplo, os dados do seu cartão de crédito com o histórico de navegação, o fornecedor de VPN consegue traçar o seu perfil.

Felizmente, nenhum dos melhores fornecedores VPN da nossa comparação fazem isso. De facto, os melhores, tais como o ExpressVPN e o NordVPN, apenas armazenam data de modo a otimizar os servidores para si. Não armazenam nenhuns dados sensíveis como o histórico de navegação ou o endereço de IP de origem.

Numa entrevista recente com a CDT (centro para a democracia e tecnologia), a ExpressVPN explicou a data que armazena e acabou com o comentário: “ Nenhuns dos dados permitem que a ExpressVPN ou qualquer outra pessoa consiga fazer correspondência de uma rede específica, atividade ou comportamento a um determinado individuo” Por outras palavras: Não armazenam dados sensíveis

 2. Jurisdição

O que Testamos:

Verificamos em que país o fornecedor VPN, ou a sua companhia mãe estão incorporados. E o quão invasiva é a política de armazenamento de dados dos consumidores e imparcialidade dos governos. Quanto menos invasiva a política governamental, melhor a pontuação.

Então, o que é jurisdição e porque é que é tão importante?

Neste contexto, a jurisdição é um país.

Como todas as outras companhias, um fornecedor VPN está vinculado a uma série de regras e legislações do país em que este está incorporado. E isto, pode ter consequências sérias.

Dependendo do país, um fornecedor VPN pode ser forçado pelo tribunal a entregar os registos de dados ou os servidores inteiros. Por exemplo, os Estados Unidos, uma agência governamental pode utilizar uma Carta de Segurança Nacional de modo a obrigar as companhias a entregarem os dados dos consumidores como por exemplo os registos do telefone, internet ou do banco.

E para tornar as coisas ainda mais sérias, as legislações dos governos podem estender-se para além das suas fronteiras através de acordos internacionais. 

Um grande exemplo deste alcance internacional é o acordo entre o Reino Unido e os EUA. Este acordo entre EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Canadá foi criado para partilhar dados entre os serviços de seguranças destes países. Este grupo também é conhecido com os cinco olhos.

O acordo entre estes países afirma que estes não poderão espiar-se uns aos outros. Contudo, fugas expostas pela Snowden demonstram que isto não é verdade. A agência de espionagem britânica GCHQ, e a sua equivalente Americana , a NSA, recolhem e partilham grandes quantidades de dados dos seus cidadãos

Para utilizadores sensíveis á privacidade, não é recomendado o uso de fornecedores de VPN que estejam incorporados nos EUA, Reino Unido ou num país parceiro destes. A aposta segura é então optar por ExpressVPN ou NordVPN, pois estão incorporados nas Ilhas virgem britânicas e no Panamá.

3. Protocolo

O que testamos:

Analisamos quais os protocolos que são oferecidos pelo fornecedor VPN, qual deste é o predefinido, e o quão fácil é trocar entre protocolos.

Quanto mais Seguro for o protocolo predefinido, melhor a pontuação.

O que é um protocolo VPN e porque é que isso é importante?

Um protocolo VPN determina como é que os dados são transmitidos numa conexão VPN. Existem diversos protocolos, e todos com especificações diferentes. Uns podem priorizar a velocidade, enquanto que outros podem enfatizar a segurança.

Talvez óbvio, mas que vale a pena mencionar, é que os protocolos VPN não jogam bem uns com os outros. Quando uma aplicação VPN no seu dispositivo, chamado cliente VPN, se conecta a um servidor VPN, o dois tem de ter o mesmo protocolo. Senão, a conexão não irá funcionar.

A história curta por detrás dos protocolos VPN é que o OpenVPN é o mais usado e o mais seguro, mas o SSTP também é bastante sólido. O melhor é evitar os antigos PPTP, IKEv2 e L2TP/IPsec, que podem ser potencialmente infiltrados pela NSA.

Se gostaria de saber mais detalhes sobre cada protocolo continue a ler. Senão salte para a encriptação.

OpenVPN. O melhor protocolo e o mais usado que existe. É um software aberto, extremamente Seguro, e sustenta a inquebrável encriptação AES-256, e pode ser usado para tudo: Windows, MacOS, Linux, iOS, Android, routers e muito mais. Leia mais na Wikipedia.

SSTP. Um protocolo desenvolvido pela Microsoft, e totalmente integrado em todos os sistema operativos Windows desde o Service Pack 1 do Windows Vista. Isto permite que SSTP seja usado com o Winlogon, um chip inteligente, que fornece segurança adicional. Este usa 256-bit SSL key para encriptação, e tem um suporte nativo para Linux, Windows e BSD systems. iOS, Android, e MacOS pode usá-lo através de clientes terceiros. No geral, é um protocolo bastante Seguro. Leia Mais na Wikipedia.

L2TP / IPSec. L2TP, que significa Layer 2 Tunnel Protocol, é o sucessor do protocolo PPTP da Microsoft e do protocolo L2F de Cisco. Como não fornece nenhuma encriptação está agrupado com o protocolo de segurança IPSec. Combinados, formam um protocolo muito Seguro que usa encriptação AES-256. Existem fugas, no entanto, isto sugere que a NSA consegue se infiltrar no IPSec. Talvez seja melhor evitar este protocolo. Leia mais na Wikipedia.

IKEv2 (Internet Key Exchange, Version 2). Também desenvolvido por Cisco e Microsoft. IKEv2 é um protocolo em túnel, e muitas vezes combinado com o IPSec para a encriptação. É frequentemente usado nos VPN dos smartphones devido á sua capacidade de re-conectar depois de uma perda temporária na conexão. Os documentos da Snowden sugerem que a NSA é capaz também de se infiltrar no IKEv2. É melhor evitar este também. Leia mais na Wikipédia.

PPTP. PPTP, que significa Point-to-Point Tunneling Protocol, é o mais antigo desta coleção. Embora ainda usado algumas vezes, a maior parte dos VPNs optaram por soluções mais modernas. No geral é considerado rápido, mas á conta de muitas vulnerabilidades de segurança. Deve ser evitado. Leia mais na Wikipedia.

4. Encriptação

O que testamos:

Analisamos o padrão de encriptação usado pelo fornecedor VPN. Quanto mais segura a encriptação, maior a pontuação.

O que é a Encriptação e porque que é importante?

O conceito básico de encriptação é o seguinte: Transformação de dados normais/regulares em “rabiscos” impossíveis de ler através do uso de um código secreto (chamado chave). Depois envia-se estes “rabiscos” para um recetor que possui a chave para transformar os dados outra vez em regulares.

Hoje em dia no mundo digital, usamos o algoritmo AES (Advanced Encryption Standard) para encriptar e de-encriptar os dados. Este algoritmo usa diferentes comprimentos de chave para encriptar os dados; Os mais comuns na industria VPN são o AES-128 e o AES-256. Embora o ES-256 seja o mais seguro dos dois, é universalmente aceite que o AES-128 também é indestrutível

A tecnologia AES não é unicamente usada na tecnologia VPN. Ferramentas de compressão como o Winzip, softwares de encriptação como o BitLocker, gerenciadores de passwords como o LastPass, e aplicações de mensagens como o Whatsapp usam este tipo de tecnologia. 

 5. Servidores DNS próprios

O que testamos:

Analisamos se o fornecedor VPN usa os seus próprios servidores DNS ou os de terceiros. Se usa o seu próprio, melhor a pontuação.

O que é um servidor DNS e porque é que é importante?

De modo a poder perceber porque é que isto é importante, iremos começar por explicar as bases. Iremos explicar o que é um nome de domínio, o que é DNS, e o porquê da importância de um fornecedor VPN usar o seu próprio servidor DNS. 

O que é um nome de Domínio?

Quando nós humanos pesquisamos na internet, visitamos sites escrevendo os seus nomes de domínio no nosso navegador. Por exemplo google.com ou facebook.com.

Os navegadores, no entanto, não visitam nomes de domínio. Visitam endereços de IP (internet protocol), que são sequências longas usadas para identificar sites. Números demasiado longos para nos lembrarmos.

Portanto precisamos de um Sistema que traduza o nome de domínio em endereços de IP. Isto e onde o DNS entra.

O que é o DNS?

DNS significa domain name system. Pode ser visto como uma lista telefónica da internet. Tal como uma lista telefónica nos fornece o número de telefone de uma pessoa, o DNS fornece-nos o endereço IP para um determinado nome de domínio.

O seu navegador sabe então qual o recurso que quer carregar e leva-o diretamente para o site.

O que é um servidor DNS?

Um servidor DNS, também conhecido por servidor de nome, é um servidor que contém uma grande base de dados com diversos nomes de domínio e endereços IP. A sua função é localizar o endereço de IP correto que pertença ao nome de domínio que escreveu no navegador.

Então, porque é que um VPN deve ter os seus próprios servidores?

Ao tratar do seu pedido DNS o fornecedor VPN certifica-se de que este é tratado pelo mesmo protocolo em túnel e encriptação do que o seu trafego de internet. O seu pedido DNS pode então:

  • Não ser censurado pelos governos e organizações através da interceção do seu pedido DNS.
  • Não ser infiltrado/atacado ou manipulado para o redirecionara para sites perigosos.
  • Não ser registado por terceiros que podem armazenar os sites que visita, quando os visita e de onde os visita.

Em suma: Pedidos DNS expostos podem colocar a sua segurança e privacidade em risco. 

6. Teste do Kill Switch

O que testamos:

Analisamos se o fornecedor de VPN tem um kill switch e testamos se funciona corretamente. Se disponível e a funcionar corretamente, melhor a pontuação.

O que é o Kill Switch e porque é que é importante?

Um kill switch é um recurso de segurança num VPN que automaticamente pára a sua conexão quando a conexão VPN encriptada falha. Irá bloquear todo o fluxo de dados até que a conexão VPN retorne.  

É uma caracteristica importante para um VPN, pois o seu dispositivo irá voltar a conectar-se quando a conexão VPN encriptada falha, expondo a sua atividade online.

Alguns VPNs que testámos, ExpressVPN, CyberGhost, NordVPN, Hotspot Shield Elite, e Private Internet Access tinham um kill switch. O Norton Secure VPN e o Panda Dome não tinham..

Simulámos uma perda repentina na conexão encriptada desligando o cabo da internet e ligando-o outra vez após 60 segundos. Como esperado, apenas os VPNs que possuíam kill switch não deixaram ocorrer fugas de informação relativamente ao endereço de IP de origem. Os VPNs sem o kill witch voltaram a conectar-se numa conexão não encriptada e deixaram á vista o endereço de IP de origem enquanto a conexão VPN estava a ser efetuada.

Também deve ser mencionado que o ExpressVPN foi o único VPN em que o kill switch estava ligado por definição. Nos outros VPNs com kill switch, o utilizador tinha de o ligar manualmente. Isto é mais importante do que a maioria das pessoas pensa. Dado que a maior parte dos utilizadores VPN não sabem o valor que um kill switch tem, e ligá-lo é facilmente esquecido.

7. Teste de Fugas

O que testamos:

Testámos para cada VPN a possibilidade de fuga de dados e informação, como os pedidos DNS e o IP de origem. Quanto menos fugas, maior a pontuação.

O que é uma fuga e porque é que é importante?

Uma fuga (leak) é quando um VPN permite que alguns dos seus dados pessoais, que deveriam ser invisíveis, sejam visíveis. E isso pode ser um grande problema.

As 4 potenciais fugas que testámos são:

  1. Fuga de DNS. O DNS é responsável por enviá-lo para o site correto quando escreve o seu nome de domínio, como google.com. Quando um VPN não consegue esconder os seus pedidos de DNS, mesmo que o resto dos dados estejam encriptados pelo VPN, falamos de uma fuga de DNS. Isto pode ser um problema, pois o seu fornecedor de internet ou de DNS fica a saber quais os sites que visita.
  2. Fuga de IP. Como descrito com maior detalhe na parte anterior, testámos cada um dos VPNS para verificar se usam corretamente a função de kill switch. Isto é importante, pois o kill switch é responsável por manter o endereço de IP Escondido quando a conexão encriptada se interrompe de repente.
  3. Fuga de WebRTC. WebRTC, que significa Web Real-Time Communication, é um grupo de tecnologias que os nossos navegadores usam para comunicar entre eles. Como o WebRTC usa métodos avançados de detenção do IP, nem todos os VPNs protegem dessas fugas. Especialmente o Google Chrome e o Mozilla Firefox são os mais vulneráveis a este tipo de fugas. Felizmente, no entanto, existem soluções disponiveis.
  4. Fuga do Windows Credential. Esta é uma fuga antiga e ainda não resolvida, mas, no entanto, muito perigosa. Ao usar o Edge ou o Internet Explorer browser, também é possível com o nome de utilizador e password do Windows. Pois o nome de utilizador e password são usadas muitas vezes, não só para produtos da Microsoft, e pode ser um grande perigo.

 

Como testamos: Velocidade

Vamos despachar a parte dolorosa primeiro: O VPN atrasa-nos. Isto faz simplesmente parte da encriptação e de-encriptação dos dados, e encaminhamento destes para um servidor adicional.

Mas, se selecionar um servidor rápido perto de si, não deve ser tão dramático. Uma redução de 14% da velocidade de descarga parece ser a média na Europa ocidental. Nós imaginamos que o número seja semelhante nas outras artes do undo desenvolvidas.

Vamos mostrar-lhe como se chega a estes 14%:

Num dos nossos primeiros testes VPN, analisámos 16 VPNs numa conexão de 100 Mbps na Antuérpia (Bélgica). A melhor localização do servidor de entre todos estes VPNs foi Frankfurt (Alemanha). Este é um centro com várias conexões rápidas e servidores, onde cada fornecedor de VPN aparece ter pelo menos um servidor.

Quando direcionámos o nosso tráfego através daquele servidor, a velocidade média de descarga de entre os 16 VPNs foi de 86 Mbps, o que é uma penalização de 14% em relação á conexão base de 100 Mbps.

Mantenha presente de que isto é uma média e os resultados podem variar bastante. O VPN mais lento, Tunnelbear, teve uma velocidade de descarga de 76 Mbps, que é uma redução de 24% na velocidade. Enquanto que o VPN mais rápido, NordVPN, teve uma velocidade de descarga de 92 Mbps, o que revela apenas uma penalização de 8% na velocidade.

O importante aqui é testar alguns servidores no seu VPN de modo a verificar onde possui a conexão mais rápida. Não aceite a localização automática atribuida pelo fornecedor VPN. Descobrimos que esta, na maioria das vezes, não era a conexão mais rápida.

Qual foi a configuração do teste?

  • Localização: Antuérpia, Bélgica
  • Velocidade de descarga abse: 100 Mbps
  • Sistema Operativo: MacOS High Sierra
  • Hardware: Intel Core CPU i5 2,6 GHz / 8 GB RAM
  • Software de teste: A aplicação MacOS, Speedtest, de Ookla

 

Como testamos: Características

Existem 5 características que um VPN deve ter:

  • Deve possuir servidores em diversas localizações no mundo
  • Deve suportar os dispositivos e as plataformas mais comuns
  • Deve permitir a conexão de vários dispositivos numa subscrição
  • Deve ser capaz de funcionar com serviços de streaming e de torrents
  • Deve ser capaz de contornar a censura em países específicos

Em baixo explicaremos cada  uma destas características brevemente, e mostraremos qual é classificação dos fornecedores VPN em cada característica .

1. Localização dos servidores

O que testámos?

Analisámos os países no mundo onde cada fornecedor VPN tem pelo menos um servidor. Quanto mais países, melhor a pontuação.

O que é a localização do servidor e porque é importante?

Quando abre a sua aplicação VPN e estabelece uma conexão, é criada uma conexão encriptada entre o seu dispositivo e o servidor VPN. Onde esse servidor está localizado, por exemplo Nova York, dá-se o nome de localização do servidor.

Alguns fornecedores VPN permitam que se selecione os servidores ao nível da cidade, por exemplo Londres ou Melbourne. Enquanto que outros apenas permitem que se escolha os servidores ao nível do país, com por exemplo, Alemanha ou Brasil. No Segundo caso, o VPN automaticamente escolhe um servidor numa cidade.

Na maior parte dos países, os fornecedores VPN apenas tem uma localização de servidor. Os países que não são muito grandes em termos de área geográfica, não tem muitos utilizadores. Portanto não faz muito sentido em investir em várias localizações de servidore.

Não é surpresa de que, a maior parte dos fornecedores VPN tem servidores em muitas localizações nos Estado Unidos, pois é um país grande com imensos utilizadores. Enquanto que a maior pare dos fornecedores VPN não tem servidores em Luxemburgo. E se tiverem, é apenas numa cidade.

Na nossa análise, focámo-nos nos países em vez de nas cidades.

Porque é que as localizações dos servidores são importantes?

Por duas razões.

  1. Velocidade

Quanto mais perto estiver de um servidor VPN, mais rápido será a velocidade de descarga. Além do mais, o envio de dados encriptados para a frente e para trás entre o seu dispositivo e o servidor VPN demora o seu tempo. Então deve selecionar um servidor perto. Isto pode ser um país, no seu continente, o seu país ou mesmo a sua cidade, dependendo de onde vive.

Como a maior parte dos fornecedores VPN focam os seus servidores em localizações onde a maior parte dos seus clientes estão (América do Norte, Europa Ocidental, Sudoeste e este asiático e Austrália), é extremamente importante que os utilizadores fora destas regiões verifiquem as localizações, pois tem menos servidores próximos.

  1. Desbloquear Conteúdo

Alguns serviços online são limitados a regiões especificas. Um bom exemplo disto é o Netflix que possui alguns conteúdos que utilizadores de outras regiões não conseguem aceder. Usando um VPN, é possível desbloquear esses conteúdos.

O modo como isto funciona começa por você se ligar a servidor VPN dentro dos estados Unidos, por exemplo, Los Angeles. Netflix irá ver então o endereço de IP daquele servidor em vez do seu próprio. Depois, irá assumir que está nos estados Unidos e irá mostrar-lhe o conteúdo local.

Isto também funciona para diversos serviços restritos a certas regiões.

2. Dispositivos e Plataformas

O que é que testámos?

Analisámos os sistemas operativos, dispositivos de streaming, consolas de jogos e routers por fornecedor de VPN. Também verificámos se o fornecedor VPN oferece extensões aos navegadores de internet. Verificámos o seguinte:

  • SO: Windows, Mac, Android, iOS, e Linux.
  • Dispositivos Streaming: Apple TV, Android TV, Chromecast, e Roku.
  • Consolas de Jogos: PlayStation, Xbox e Nintendo.
  • Outro: Routers.
  • Extensões de navegadores: Chrome, Firefox, e Safari.

O que são dispositivos e plataformas, e porque é que são importantes?

Quando falamos de plataformas, queremos dizer sistemas operativos.

O Sistema operativo é a interface através da qual você interage com o seu dispositivo. Também gere todo o outro software, como o cliente VPN no seu dispositivo. Existem 5 sistemas operativos principais: Windows, Mac, Android, iOS e Linux. Para além destes os fornecedores VPN devem suportar o máximo de sistemas operativos possível, pois permite que estes serviam mais utilizadores.

Quando falamos de Dispositivos, falamos em cosolas de jogos e dispositivos de streaming.

Consolas de jogos e dispositivos streaming são usados para jogar jogos e para ver conteúdos mediáticos. Os mais usados são a Playstation, Xbox, e Nintendo, quando toca a consolas de jogos. No lado dos dispositivos streaming a Apple TV, Amazon Fire TV, Chromecast, e Roku são os mais importantes. Ter uma aplicação dedicada, ou uma alternativa, para esses dispositivos não é mandatório para um VPN, mas é definitivamente um bónus para utilizadores específicos.

As extensões VPN para os navegadores como Chrome, Firefox, e Safari, são versões mais leves da aplicação VPN instalada no seu dispositivo. Alguns, tais como, a extensão do ExpressVPN, permitem controlar a sua aplicação VPN remotamente pelo seu navegador. A maior parte, no entanto, são apenas proxies em vez de serem verdadeiramente VPNs. E é muito importante perceber a diferença:

Uma aplicação completa VPN funciona ao nível do Sistema operativo. Isto significa que toda a atividade na internet é encriptada em todas as suas aplicações. A maior parte das extensões fornecem muito menos proteção:

  • Na sua forma mais básica, funcionam como um servidor proxy mas não encriptam os dados. Isto significa que eles direcionam o seu tráfego através de um servidor VPN, como por exemplo, um servidor em Nova York. Ao fazer isto, fazem com que os sites pensem que está em Nova York. Embora o seu IP real e a sua localização estejam escondidas, mas o seu tráfego não está encriptado
  • Numa forma mais avançada, funcionam como um servidor proxy e encriptam o seu tráfego. Neste caso assemelham-se a um VPN. No entanto, tenha em mente que apenas o tráfego do seu navegador está protegido. Todas as outras atividades relacionadas com a internet no seu dispositivo, que não estão a correr através do seu navegador, não estão protegidas.

3. Número de Conexões

O que testámos?

Verificámos o número simultâneo de conexões permitidas numa subscrição. Por outras palavras, o numero de dispositivos (portátil, TV, smartphone) que podem ser conectados com apenas um pagamento.

Também calculámos quanto é que uma conexão custa. Calculámos dividindo o custo de uma subscrição anual para utilizadores nos EUA, sobre o numero de conexões possíveis.

O que é o número de conexões e porque é que é importante?

O número de conexões diz-lhe quantos dispositivos podem ser conectados numa subscrição. Se estiver só você a usar o VPN, 3 dispositvos normalmente são suficientes. Afinal das contas, pode proteger o seu portátil, telefone e opcionalmente o dispositivo de streaming ou consola de jogos.

No entanto, se tenciona partilhar o seu VPN com um amigo ou com a família, já é uma história diferente. Ser capaz de conectar 7 dispositivos ao mesmo tempo permite proteger o seu portátil ou telefone e também os dos seus dois amigos. Agora já pode dividir o custo do VPN e a relação qualidade-preço é muito maior.

4. Streaming e Torrenting

O que testámos?

Testámos se o VPN funcionava no Netflix US e se torrenting (P2P) era permitido nos servidores.

O que é o streaming e o torrenting e porque é que são importantes?

A maior parte das pessoas estão familiarizadas com dispositivos de streaming como o Netflix, Hulu, BBC iPlayer, Sling TV, HBO Now, Amazon Prime Video, e muitos mais.  Mas nem toda a gente sabe que a maior parte do conteúdo destes dispositivos é geograficamente limitado. Isto significa que não será capaz de aceder todo o conteúdo para todas as localizações no mundo. E para algumas localizações, como a China, não consegue mesmo aceder ao Netflix.

Tem se tornado uma prática popular ligar-se a um servidor VPN baseado nos EUA antes de ver Netflix. Assim Netflix irá pensar que está a ver o conteúdo de um computador baseado nos EUA e irá permitir a visualização de todo o conteúdo desse país.

Embora Netflix esteja a reprimir o uso de VPNs no seu serviço, muitos VPNs têm pelo menos um servidor que funciona.

Torrenting é um pouco mais complexo. Na sua essência, torrenting, não é mais do que a partilha de ficheiros. No entanto, é realizado de uma forma inteligente.

Imagine que está a descarregar um filme (sem direitos de autor) usando torrentes.

Em vez de descarregar o filme diretamente, descarrega um torrente, que também é chamado de tracker. Usando este ficheiro, pode descarregar o filme através de uma aplicação especializada como o BitTorrent ou o  uTorrent.

O filme é dividido em pequenas partes, conhecidos como packets. Esses packets são armazenados num servidor, conhecido como seeder, assim como numa grande variedade de computadores que estão a descarregar o mesmo filme ao mesmo tempo. Estes computadores são chamados de peers.

Neste Sistema, cada peer funciona como um mini servidor. Isto acontece porque toda a gente está a descarregar o mesmo filme, e ao mesmo tempo está fazer upload de algumas parte do filme que já foram descarregadas. É por isso que é chamado de peer-to-peer (P2P).

É um Sistema muito inteligente que foi desenhado para aliviar a carga na conexão. E não há nada de illegal neste Sistema. O problema surge quando está a descarregar um filme que tem direitos de autor.

Alguns países encerraram sites de torrents, e pessoas nos EUA já foram processadas por descarregar material com direitos de autor. Embora esses processos normalmente não levem a lado nenhum, poderia ser evitado se a pessoa que descarregou o conteúdo tivesse escondido a sua conexão usando um VPN.

Tenha me mente que você é sempre responsável pela maneira como usa o VPN. Nem o SoftwareLab, nem nenhum dos outros fornecedores VPN, o aconselham a descarregar ou a fazer upload de material sujeito a direitos de autor.

5. Contornar a Censura

O que testámos?

Testámos de o VPN é fiável e se funciona na China, uma das regiões mais censuradas no mundo.

O que é a censura e porque é que é importante?

Existem surpreendente uma grande quantidade de países que censuram a internet. De acordo com o relatório da Freedomhouse existem 19 países que limitam severamente o acessos das pessoas á internet através do bloqueio de uma grande quantidade de sites e serviços. O que é um grande problema.

Afinal das contas, não usamos a internet só para comunicar, trabalhar ou viajar. Mas também a usamos para entender mais sobre política, religião e outros temas que não deveriam ser censurados por uns quanto poderosos. É, portanto, essencial que a internet se mantenha aberta e grátis.

Usar um VPN permite encriptar o seu uso de internet, assegurando que o governo não consegue ver o que esta a fazer. Além do mais, permite que se conecte a servidores noutras localizações do mundo e visualizar sites como se fosse um local, contornando assim a censura.

Claro que os governos estão conscientes de que os VPNs são capazes de evitar a censura. Alguns deles, estão a dar os primeiros passos para bloquear o uso de VPNs.

Num jogo sem fim de gato e rato, alguns fornecedores VPN estão a desenvolver tecnologias que mascaram o tráfego VPN e fazem-no parecer como um tráfego regular HTTPS. Isto faz com que seja mais difícil um governo descobrir o uso de VPNs. Um bom exemplo deste tipo de tecnologia é o protocolo Chameleon desenvolvido por VyprVPN.

Como a China usa a grande Firewall da China, não só tem uma das mais extensas censuras do mundo como também afeta um grande número de pessoas, por isso é que foi a base do nosso teste.

Divulgação do Anunciante

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